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QUERO ESTUDAR E TRABALHAR NO EXTERIOR
O programa Work & Study permite que você estude e trabalhe fora do país, conheça novas pessoas e amplie seus contatos, tanto do país escolhido quanto de vários outros lugares do mundo, e ainda receba um salário.
Dependendo da legislação do país, você estuda e trabalha no mesmo período (frequentando o curso pela manhã e trabalhando à tarde, por exemplo) ou estuda durante os primeiros meses e trabalha nos meses restantes. 


PRÉ- REQUISITOS:

- Acima de 18 anos;


- A partir de nível básico do idioma;


- Disponibilidade de ficar no país por mais de 4 meses.


QUERO ESTUDAR E TRABALHAR NO EXTERIOR

PAÍSES

O governo australiano concede o direito do estudante estrangeiro, que se matricule em um curso por pelo menos 13 semanas, de trabalhar legalmente. O emprego geralmente fica por conta do próprio estudante, apesar de as escolas darem toda a orientação e dicas necessárias.


A partir de AUD 3.200

aprox. R$ 12.191

Desde 01 de Junho de 2014, a nova lei canadense permite que o aluno que ficar no mínimo 6 meses no país pode trabalhar.

Os que estudarem 26 semanas, pode trabalhar durante o período por até 20 horas por semana. Já para o programa de 1 ano, ou seja, 50 semanas, deve-se estudar 50% do seu tempo e trabalhar os outros 50%. Isso é válido apenas para alunos de “College” e Universidade e que tenham nível intermediário e avançado de inglês. Salário mínimo no Canadá CAD$ 9,00 por hora, podendo variar em cada província.


A partir de CAD 3.900

aprox. R$ 16.497

QUERO ESTUDAR E TRABALHAR NO EXTERIOR

A partir de 01 de Outubro de 2015 uma nova lei passa a valer na Irlanda para os registros junto a imigração do país (GNIB):

  •  Todos os estudantes passam a receber 8 meses de visto. O programa Work & Study passa a ser de 25 semanas de curso + 8 semanas de férias (em qualquer cidade do país);
  • Estudantes terão direito a trabalhar 20 horas semanais durante os 8 meses de visto. Os estudantes podem solicitar férias e trabalhar até 40 horas semanais entre os meses de maio e agosto e de 15 de dezembro a 15 de janeiro, sendo que o número de semanas de trabalho em turno integral não pode ultrapassar 8 semanas no total.




A partir de EUR 2.450

aprox. R$ 16.072



O governo neozelandês concede o direito de trabalhar legalmente ao estudante estrangeiro que se matricule por no mínimo 14 semanas em um curso. Não há mais a exigência do IELTS. No entanto, somente escolas autorizadas pelo governo podem oferecer esta modalidade de intercâmbio.

Encontrar um emprego geralmente fica por conta do próprio estudante, apesar de as escolas darem toda a orientação e dicas necessárias. Os trabalhos mais comuns são: auxiliar em restaurantes, fast-food, cafés, bares, pubs e hotéis e a remuneração média é NZ$ 15 por hora. É necessário ter visto de estudante (obtido por R$ 970 na ETC), exames de saúde feitos em médicos oficialmente cadastrados e comprovação financeira de pelo menos NZ$ 1.250 por cada mês de estadia que se pretende ficar no país.


A partir de NZ 4.275,75

aprox. R$ 15.603,48

QUERO ESTUDAR E TRABALHAR NO EXTERIOR

A partir de Maio de 2018, passamos a oferecer a oportunidade do estudante brasileiro trabalhar em Malta. Por conta da grande procura de mão de obra, e a baixa disponibilidade dela, o governo maltês liberou que estudantes internacionais trabalhassem legalmente no país.

Todo aluno que estiver matriculado para um curso superior a 6 meses, poderá trabalhar a partir da 13a semana, desde que solicite o visto de estudante e junto com o empregador, uma permissão de trabalho. O aluno precisa olhar por conta própria este emprego, pois nem a ETC e nem a escola se responsabilizam por colocação.

Existe uma exigência que o aluno precisa estar estudando no minimo 15 horas por semana, e trabalhando no máximo 20 horas semanais. Salário mínimo em Malta: 4.60 euros por hora de trabalho



A partir de EUR$ 3.270

aprox. R$ 15.794

Saiba sobre a experiência de quem já aproveitou essa oportunidade:


“O meu objetivo era ir para algum lugar que eu pudesse estudar e trabalhar, para ter a minha independência e não precisar pedir dinheiro para os meus pais. Com todo o suporte da ETC Vitória deu tudo certo e embarquei em Março de 2016. Estou na Austrália até hoje, por ser um país maravilhoso e de oportunidades.

A minha primeira semana foi em Sydney (Austrália), num hostel. Fui com a mentalidade de que achava falar inglês. No hostel tinham ingleses e escoceses. Fiquei assustada quando comecei a ouvi-los conversando, só conseguia entender uma palavra ou outra e ficava perdida. Mas todos foram muito receptivos, querendo agregar todo mundo e me chamaram pra sair. Tinham outras pessoas também, alguns italianos, que também estavam perdidos. A questão é não ter muito medo. Depois de uma semana eu já estava super a vontade.

E fui pra Gold Coast. Na escola todos falavam inglês. Meu professor era muito bacana, ele era bem compreensivo. Entrei no programa no intermediário e me formei no avançado.

Decidi por viver novas oportunidades e mudei para a cidade de Melbourne.”


Michele Araújo



“Vivemos os melhores dias das nossas vidas com o nosso intercâmbio em Dublin. Ficar 1 ano neste país nos fez abrir muito a cabeça e crescer como pessoas. O aprendizado do inglês foi o mínimo que conquistamos lá. Obrigado ETC por todo profissionalismo e carinho que tiveram conosco durante todo o período que precisamos de vocês.”


Taiz Braidy
























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